Por Tiago Prado
Cheguei aos Estados Unidos em 2001. Tinha 14 anos, nenhum documento e vim acompanhando minha mãe, que decidiu que a roça de Caldazinha, em Goiás, não seria nosso destino final.
Vinte e cinco anos depois, após fundar a Breezy Seguros e vendê-la para o Carlyle Group, percebo um padrão que se repete na comunidade brasileira: a maioria trabalha até a exaustão, mas não consegue sair do modo sobrevivência.
O problema não é falta de esforço. O imigrante trabalha mais que qualquer um. O problema é a falta de direção.
Foi para resolver isso que escrevi “Sete Passos para Ser Rico nos EUA”, publicado agora pela Editora Gente. O livro não é um manual sobre como abrir empresa ou pagar impostos. É um relato prático sobre o que diferencia quem constrói patrimônio de quem apenas paga contas.
O primeiro passo é a integração cultural. Se você não entende como o americano pensa, negocia e consome, você fica à margem do mercado. O dinheiro nos Estados Unidos circula em redes de confiança. Para quem quer entender como empreender do zero nos EUA, essa adaptação é o requisito básico.
O segundo ponto é a educação em negócios. O mercado americano é competitivo e não tolera amadorismo. Você precisa conhecer seus números, entender margem de lucro e saber como o capital funciona. É por isso que investidores de Venture Capital priorizam negócios sólidos; eles procuram quem entende as regras do jogo.
O livro também trata de conexão espiritual e conexão familiar. Empreender é difícil. Sem uma base emocional forte, o primeiro erro tira você do mercado. E os erros vão acontecer. No livro, conto os meus sem filtro.
Fazer negócios nos EUA exige estratégia, foco e networking. Se você quer aprender como construir um negócio que prospera, precisa parar de apenas reagir aos problemas diários e começar a planejar a longo prazo.
O caminho está traçado. A decisão de segui-lo é sua.
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