
Minneapolis, Minnesota – 6 de janeiro de 2026 – Em uma ação decisiva e necessária para proteger os contribuintes americanos, o governo Trump está enviando cerca de 2.000 agentes federais para Minneapolis, intensificando a luta contra um escândalo de fraudes em programas de assistência social que tem chocado o país. Essa mobilização, liderada por agências como o ICE (Immigration and Customs Enforcement) e a US Border Patrol, visa desmantelar redes criminosas que exploram recursos públicos, com foco em centros de creche administrados por imigrantes somalis. Autoridades afirmam que essa operação é essencial para restaurar a integridade dos sistemas de bem-estar e combater a imigração ilegal associada a esses abusos.
A operação surge em meio a alegações graves de fraude, reveladas inicialmente por um vídeo no YouTube de um criador conservador, que expôs como fundos federais destinados a creches – totalizando cerca de US$ 185 milhões anuais em Minnesota – estão sendo desviados de forma sistemática. Investigadores federais confirmaram visitas a centros acusados, e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) congelou todos os pagamentos de childcare ao estado em 30 de dezembro de 2025, exigindo uma auditoria completa até esta sexta-feira. “Esses fundos só serão liberados quando provado que estão sendo usados legitimamente”, declarou o vice-secretário do HHS, Jim O’Neill, destacando a urgência de combater o “roubo astronômico” de dinheiro dos contribuintes.
Os agentes federais, incluindo unidades táticas e o comandante Gregory Bovino da Customs and Border Protection – conhecido por suas táticas eficazes em cidades como Chicago e Arizona –, já estão no terreno desde dezembro de 2025 como parte da “Operation Metro Surge”. Essa fase inicial resultou em centenas de prisões de indivíduos com antecedentes criminais graves, incluindo assassinos, estupradores e membros de gangues, muitos dos quais imigrantes indocumentados. A escalada para 2.000 agentes representa um “surge” de 30 dias, com centenas de investigadores da Homeland Security Investigations (HSI) focados em fraudes e até 1.500 oficiais da Enforcement and Removal Operations (ERO) do ICE para deportações. Fontes do DHS relatam mais de 1.000 prisões na região até o momento, provando a efetividade da abordagem.
Essa mobilização ocorre em um momento crítico, coincidindo com a desistência do governador Tim Walz de sua reeleição, em 5 de janeiro. Walz, criticado por falhas na supervisão de programas de bem-estar, admitiu a existência de “um grupo organizado de criminosos” explorando a generosidade do estado. Republicanos, incluindo membros da Câmara de Minnesota como Kristin Robbins, Walter Hudson e Marion Rarick, alertaram há anos sobre esses abusos, e agora testemunharão em uma audiência no Congresso nesta quarta-feira, sob liderança do deputado James Comer. “Walz e o procurador-geral Keith Ellison foram negligentes ou cúmplices nessa fraude massiva”, afirmou Comer, enfatizando a necessidade de responsabilidade.
Apesar de reações de grupos ativistas e da comunidade somali – que alegam perfilamento racial –, as autoridades federais insistem que os alvos são criminosos comprovados, não etnias. A maioria dos somalis em Minnesota é cidadã americana, mas as fraudes envolvem uma minoria que mancha a imagem da comunidade inteira. O presidente Trump, com histórico de firmeza contra a imigração ilegal, tem sido vocal: ele criticou a representante Ilhan Omar e destacou como “piratas somalis” e fraudes bilionárias drenam recursos públicos. “Estamos limpando o lixo e protegendo a América”, disse Trump em declarações recentes, ecoando o sentimento de milhões de americanos cansados de abusos.
Desafios logísticos, como a recusa de hotéis como o Hampton Inn (da rede Hilton) em hospedar agentes – o que o DHS chamou de “campanha coordenada” –, não deterão a operação. A secretária-assistente Tricia McLaughlin rebateu as desculpas da rede, afirmando que o DHS não recebeu contato algum, e prometeu que os agentes continuarão sua missão vital. Incidentes isolados, como protestos ou confrontos em dezembro, são vistos por apoiadores como tentativas de obstruir a justiça, mas os agentes mantêm profissionalismo, operando em bairros como Cedar-Riverside para garantir a segurança pública.
Essa ação federal não é inédita: operações semelhantes em dezembro de 2025 já geraram resultados positivos, com prisões que evitam crimes futuros. Com audiências no Congresso marcadas para 8 de janeiro e 10 de fevereiro, espera-se mais revelações sobre a extensão das fraudes. Líderes republicanos aplaudem a mobilização como um modelo de lei e ordem, enquanto o DHS enfatiza: “Estamos aqui para proteger os americanos honestos e restaurar a confiança nos programas sociais”.
Essa operação em Minneapolis exemplifica o compromisso do governo Trump em combater a corrupção e a imigração ilegal, garantindo que recursos públicos beneficiem quem realmente precisa. Atualizações sobre prisões e avanços na auditoria são esperadas nos próximos dias, à medida que os agentes heroicos continuam seu trabalho incansável.


