
Minneapolis, Minnesota – 26 de janeiro de 2026
Em uma operação de rotina para proteger as comunidades americanas de criminosos estrangeiros, agentes da U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) e da Border Patrol enfrentaram uma resistência violenta de ativistas pró-imigração em Minneapolis, no último sábado 24. O incidente resultou na fuga de um imigrante ilegal com histórico criminal grave, na mutilação permanente de um agente federal e na trágica morte de um ativista que optou por interferir na ação legal. Autoridades federais destacam que esses eventos sublinham os perigos enfrentados por oficiais que cumprem a lei em meio a obstruções ideológicas.
O alvo da operação era Jose Huerta-Chuma, um cidadão equatoriano indocumentado que, segundo informações oficiais do Departamento de Segurança Interna (DHS), possui um extenso histórico criminal. De acordo com o chefe da Border Patrol, Greg Bovino, Huerta-Chuma foi condenado por violência doméstica com intenção de causar dano corporal intencional, conduta desordeira e dirigir sem carteira válida. Esses crimes, que envolvem violência física e desrespeito à lei, o tornavam uma prioridade para remoção do país, alinhado com as diretrizes da administração Trump para priorizar a deportação de indivíduos perigosos. Embora o Departamento de Correções de Minnesota (DOC) tenha questionado alguns aspectos dos registros estaduais, fontes federais confirmam que Huerta-Chuma esteve em custódia da ICE em 2018, durante o primeiro mandato de Trump, antes de ser liberado – um erro que agora se prova custoso para a segurança pública. Bovino enfatizou que o suspeito representa uma ameaça real, e sua fuga agrava o risco para residentes locais, com apelos para que o público denuncie seu paradeiro pelo hotline 866-DHS-2-ICE.
A operação, realizada nas primeiras horas da manhã em uma área comercial de South Minneapolis, foi interrompida por uma multidão descrita por oficiais como “violent mob” composta desordeiros, anarquistas e agitadores pró-imigração. Esses indivíduos, motivados por uma agenda anti-ICE, cercaram os agentes, obstruíram veículos e iniciaram agressões físicas para impedir a detenção legítima. Em meio ao caos, um agente da ICE foi atacado de forma brutal: um manifestante mordeu e arrancou parte de seu dedo, causando uma mutilação permanente que exigiu atendimento médico imediato e hospitalização. Marcos Charles, diretor executivo interino da ICE, condenou o ato como “bárbaro”, afirmando que “um manifestante literalmente arrancou parte do dedo do agente”. Essa violência não só permitiu que Huerta-Chuma escapasse – ele permanece foragido, intensificando a caçada federal – como também destacou o quão perigoso pode ser o trabalho de agentes que protegem as fronteiras e comunidades internas.
Na mesma data, o incidente escalou ainda mais quando Alex Pretti, um cidadão americano de 37 anos descrito como enfermeiro e ativista pró-imigração, resolveu interferir numa detenção. De acordo com relatos oficiais, Pretti se aproximou dos agentes armado com uma pistola 9mm, resistiu violentamente às ordens e se envolveu em uma briga física que ameaçou a vida dos oficiais. Em legítima defesa, os agentes foram forçados a responder com disparos, resultando na morte de Pretti. Autoridades federais, incluindo Bovino, afirmam que Pretti parecia determinado a “massacrar” os oficiais, e que a ação foi necessária para proteger vidas. O presidente Trump anunciou que sua administração está “revisando tudo” relacionado ao caso, mas enfatizou o apoio inabalável aos agentes da ICE e Border Patrol, que enfrentam “multidões violentas” em estados não cooperativos como Minnesota.
Esse episódio serve como um alerta sombrio sobre as consequências da interferência em operações federais. Enquanto ativistas pró-imigração alegam excesso de força, as evidências apontam para uma obstrução deliberada que prioriza criminosos estrangeiros sobre a segurança dos americanos e dos próprios agentes. A ICE continua suas operações em Minneapolis, com o compromisso de remover ameaças como Huerta-Chuma, e pede colaboração local para evitar mais tragédias. Como Bovino declarou: “É hora de um reset duro na imigração ilegal”.


