JSNews, 14 de janeiro de 2026
Em uma operação militar ousada e controversa, forças especiais dos Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026, em Caracas. Batizada de “Operação Resolução Absoluta”, a missão marcou um escalation dramático nas tensões entre Washington e o regime de Maduro, acusado de narcotráfico e corrupção. No entanto, o que tem dominado as manchetes globais não é apenas a captura em si, mas relatos de uma arma experimental baseada em energia sonora – supostamente usada pela primeira vez em combate real – que deixou soldados venezuelanos incapacitados com sintomas graves, incluindo sensação de “cabeça explodindo”, sangramentos nasais e vômitos com sangue.
A operação, aprovada diretamente pelo presidente Donald Trump, envolveu cerca de 20 a 25 operadores especiais, possivelmente da Delta Force, que invadiram um complexo fortificado em Caracas. De acordo com relatos oficiais e testemunhas, a missão durou menos de duas horas, resultando na morte de dezenas de defensores venezuelanos e cubanos, sem baixas americanas reportadas.
Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram extraídos por helicóptero e levados para um navio de guerra dos EUA, onde aguardam julgamento por acusações de narcoterrorismo no Distrito Sul de Nova York.
A “Arma Sonora Misteriosa”
O ponto mais intrigante surge de um testemunho viral de um suposto guarda de segurança venezuelano, divulgado inicialmente no TikTok e transcrito em inglês. O homem, cuja identidade não foi confirmada independentemente, descreveu o uso de uma “onda sonora extremamente intensa” que incapacitou as forças de defesa:“Foi como uma onda sonora muito intensa. De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro. Todos começamos a sangrar pelo nariz. Alguns vomitaram sangue. Caímos no chão, sem conseguir nos mexer.”
Esse depoimento ganhou tração global após ser compartilhado pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, no X (antigo Twitter), com o comentário: “Pare o que está fazendo e leia isso…”.
Veículos como New York Post, Fox News e BBC repercutiram a história, especulando que se trata de uma arma de energia direcionada (directed-energy weapon), possivelmente uma evolução de tecnologias conhecidas.
No entanto, o Pentágono e o governo dos EUA não confirmaram o uso de tal equipamento, classificando-o como especulação.
Analistas militares sugerem que os sintomas – dor craniana intensa, hemorragias e desorientação – vão além de armas sonoras convencionais, como o Long Range Acoustic Device (LRAD), que emite sons de alta intensidade para dispersar multidões, causando dor nos ouvidos e náuseas, mas raramente sangramentos.
Em postagens no X, usuários e especialistas debatem se poderia ser uma combinação de tecnologias, incluindo pulsos eletromagnéticos ou ultrassom focalizado.
O Que É o Active Denial System (ADS)?
Diante das especulações, fontes verificadas apontam para o Active Denial System (ADS), um equipamento desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos EUA para controle de multidões e negação de área.
Conhecido informalmente como “raio de calor”, o ADS é uma arma de energia direcionada que emite ondas milimétricas (95 GHz) para aquecer a superfície da pele até cerca de 1/64 de polegada de profundidade, provocando uma sensação de queimação intensa e insuportável, forçando o alvo a se afastar.
O que sabemos:
- Tecnologia Principal: Não é sonora, mas eletromagnética (micro-ondas milimétricas). Desenvolvida pela Raytheon e pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos EUA.
- Efeitos: Causa dor imediata sem danos permanentes na maioria dos casos, com alcance superior a 700 metros. Testes em voluntários relataram sensação de “pele em chamas”, mas não sangramentos ou vômitos generalizados.
- Uso Histórico: Implantado no Afeganistão em 2010, mas retirado sem emprego em combate. Versões portáteis, como o Silent Guardian, foram testadas para forças policiais.
- Limitações: Efeitos reversíveis, mas incidentes raros de queimaduras ocorreram em testes (1999 e 2007).
Embora o ADS seja capaz de provocar dor intensa sem projéteis ou explosivos convencionais, os sintomas relatados na Venezuela – como hemorragias internas – não se alinham perfeitamente com sua descrição pública.
Especialistas especulam que, se usada, poderia ser uma variante avançada ou híbrida, possivelmente combinada com elementos acústicos.
Reações e Implicações
Republicanos nos EUA celebraram a operação como uma vitória contra o narcotráfico, com o vice-presidente JD Vance elogiando os operadores especiais.
Democratas, no entanto, criticaram como uma violação da soberania venezuelana, temendo escalada para um conflito maior.
Na América Latina, protestos e condenações surgiram, com o Brasil e outros países pedindo explicações à ONU. Enquanto o mundo aguarda confirmações oficiais, a operação expõe o avanço das armas não letais – ou “intermediárias” – no arsenal americano, levantando debates éticos sobre seu uso em cenários reais. Maduro, agora detido, pode ser o pivô de um julgamento histórico, mas a “arma sonora” permanece envolta em mistério, simbolizando o futuro da guerra assimétrica.


