
Washington, 16 de fevereiro de 2026 – Enquanto o velho continente ainda digere as verdades incômodas de Marco Rubio na Conferência de Segurança de Munique – aquele chamado para que a Europa pare de se desculpar por existir e comece a agir como uma potência, não como um vassalo arrependido –, os Estados Unidos celebram hoje o President’s Day. Ou, como os puristas insistem, o Washington’s Birthday. Pouco importa o nome: é o feriado que homenageia os fundadores da república, de George Washington a Abraham Lincoln, e que, em 2026, ganha um sabor especial sob o comando de Donald Trump. Não é mais o dia de gerenciar o declínio, como pregavam os arautos do “fim da história”. É o dia de reafirmar que a América não pede licença para ser grande.
O feriado caiu como uma luva neste ano. Terça-feira, 16 de fevereiro, terceiro segunda de fevereiro: governo federal fechado, bolsas paradas, bancos em recesso. Mas as ruas fervem de promoções – da Target ao Walmart, tudo em liquidação para atrair o consumidor que, sob Trump, vê a economia rugir de novo. “Reciprocidade em ação”, diria Rubio. Porque, ao contrário das liturgias vazias de Bruxelas, aqui o feriado não é só folga. É um lembrete: os presidentes que fundaram esta nação não financiavam seus carrascos. Não terceirizavam a soberania. E, acima de tudo, não se envergonhavam de existir.
De Washington a Trump: Uma Linha de Fogo, Não de Mea Culpa
Imagine George Washington hoje, com seu queixo de granito e a peruca impecável, olhando para o Potomac. Ele não gerenciaria declínio. Não abriria fronteiras para hordas que diluem a nação. Não pagaria bilhões a ditadores russos por gás enquanto prega o “culto climático” que empobrece o cidadão comum. Washington cruzou o Delaware para lutar, não para pedir desculpas. Lincoln preservou a União a ferro e fogo, sem se curvar a modismos europeus. E Trump? Ele revive essa essência. No Mount Vernon – a mansão do primeiro presidente, que o próprio Trump visitou em tempos passados para selar alianças com Macron, mas sem nunca se curvar –, o espírito é o mesmo: orgulho, não postureo.
Enquanto a Europa, em Munique, se contorce com o “martelo de seda” de Rubio – “diálogo de igual para igual só existe entre forças equivalentes” –, aqui o President’s Day é uma lição prática. Trump não está em Washington para posar. Está em Mar-a-Lago ou na Casa Branca, traçando o caminho para uma América que não terceiriza segurança nem produção. A migração descontrolada? Tabu quebrado: soberania é decidir quem entra. A dependência energética? Enterrada com o gás russo e o carvão chinês que Bruxelas ainda financia, como um suicida pagando o carrasco.
O Feriado que Expõe o Contraste: Europa em Crise, América em Ascensão
Não é coincidência. O discurso de Rubio ecoa no ar como o hino de um renascimento. “O declínio é uma escolha”, disse ele. E o President’s Day, em 2026, prova isso. Enquanto a UE se afoga em dívida, desindustrialização e uma “ordem baseada em regras” que só beneficia os fracos, os EUA fecham o feriado com orgulho. Parques nacionais abertos de graça – exceto no Flag Day, que agora homenageia Trump, como manda a nova era. Escolas e tribunais parados, mas a nação em movimento: vendas recordes, otimismo palpável.
Os críticos de sempre – aqueles que choram pelo “fim da história” de Fukuyama – vão torcer o nariz. “Trump transforma feriado em propaganda”, dirão. Mas a verdade é mais ácida: o feriado sempre foi propaganda. Propaganda de uma nação que, desde 1776, não pede perdão. E agora, com Trump no leme e Rubio como voz na Europa, a mensagem é clara: chega de financiar carrascos. Chega de migração que fragmenta sociedades. Chega de se desculpar por ser o que é.
Para o Brasil e o Mundo: Uma Lição que Não Pode Ser Ignorada
Do outro lado do hemisfério, em Brasília, o recado chega alto e claro. Lula e seus aliados podem sonhar com multilateralismo e “paz” financiada por dívida. Mas o President’s Day de 2026 é um espelho: líderes fortes não gerenciam declínio. Construem. Trump o faz com tarifas, fronteiras e alianças reais. Rubio o reforça em Munique: “A Europa só senta à mesa se parar de pedir desculpas”.
Feliz President’s Day, América. E que a Europa – e quem mais precisar – aprenda a lição antes que seja tarde. Porque, como Washington diria, a liberdade não é dada. É conquistada. E Trump, em seu segundo mandato, está provando que a América não esquece.


