
Vamos aos fatos, sem enfeites: em Nova York, uma cidade que já sangra com fuga de empresas e ricos por causa de impostos altíssimos, criminalidade e burocracia sufocante, um manifestante – descrito como socialista em entrevistas de rua – defende abertamente que seja ilegal para negócios deixarem a cidade. “Se estamos construindo um movimento real para parar isso, deveríamos tornar ilegal eles saírem. Multá-los até o inferno”, disse o sujeito, segundo reportagens do Nate Friedman Show, exibidas no “Saturday in America” da Fox News (14 de fevereiro de 2026).
Não é piada. É o retrato cru de uma mentalidade que transforma liberdade econômica em crime. O repórter Nate Friedman, que circula pelas ruas entrevistando esses ativistas, capturou não só essa pérola, mas também respostas “loucas” sobre imigração – incluindo demandas extremas que misturam socialismo radical com negação da realidade fronteiriça. O contexto? Protestos em Nova York onde manifestantes pedem controle estatal total: tomar empresas que e operá-las, multar pesadamente quem ousar realocar, tudo porque os impostos (e as políticas progressistas) estão expulsando negócios para Flórida, Texas ou outros lugares com menos asfixia fiscal.
Isso não é isolado. Zohran Mamdani, um comunista eleito prefeito de NY pelo partido democrata figura proeminente na esquerda, navega muito nessas discussões. Seus apoiadores e aliados repetem a ladainha: se uma empresa vai embora por causa de impostos altos, não baixe os impostos – confisque, proíba, puna. É o clássico ciclo socialista: políticas que destroem a base produtiva, depois culpam o “capital fugitivo” e respondem com mais controle estatal. Resultado? Mais fuga, mais buraco fiscal, mais miséria para quem fica.
Friedman expõe o ridículo: enquanto Nova York perde empresas (e receita tributária) em massa – Goldman Sachs, hedge funds e até estúdios de mídia já migraram –, esses manifestantes acham que a solução é algemar o capital privado à cidade. Como se propriedade privada fosse opcional e o Estado pudesse decretar “você fica aqui ou morre”. É o oposto da liberdade que fez Nova York grande no passado; é o caminho para virar uma Detroit 2.0, mas com sotaque woke.
E o mais impressionante: isso vem de protestos reais, não de memes. Friedman ouviu na boca deles – extremismo socialista puro, misturado com respostas desconexas sobre imigração ilegal. “Crazy”, como ele mesmo classificou. Enquanto Trump reforça fronteiras e deportações, esses ativistas defendem fronteiras abertas e economias fechadas. A combinação perfeita para o colapso.
Resumo brutal: se Nova York seguir esse caminho – proibir saídas, confiscar, multar até o osso –, não vai atrair ninguém. Vai repelir o que resta. Socialismo não constrói; ele consome até não sobrar nada para consumir. E aí, quando o poço secar, virão as lamentações. Mas, como sempre, a culpa será do “capitalismo” que fugiu.
Fim de papo. A realidade não perdoa ideologia.


