Belém, 20 de novembro de 2025 – A COP30, vendida como o grande momento amazônico do Brasil, revela-se um circo de horrores logísticos, uma vergonha nacional que expõe a total incompetência do governo Lula em gerir um evento de US$ 1 bilhão. Delegados famintos, endividados e aterrorizados fogem de hotéis usurários, restaurantes extorsivos e estruturas precárias, enquanto o planeta queima – e o anfitrião brasileiro ri por último, ou melhor, chora em silêncio.Desde o dia 10, a recepção é um pesadelo: falta de hospedagem crônica força delegações pobres a reduzir números ou boicotar, com preços de quartos triplicados – de US$ 700 a US$ 1.400 por noite, inviabilizando a presença de jovens e nações vulneráveis.
Uma pesquisa da UNFCCC revelou que apenas 18 países – majoritariamente ricos – garantiram vagas, enquanto africanos e pacíficos imploram por realocação, ignorada por um Planalto teimoso.
Empresas fogem para Rio e São Paulo, temendo o “desafio logístico” que o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, admite ser uma barreira humilhante. A fome é o golpe baixo: refeições nos pavilhões custam fortunas – equivalentes a salários mínimos locais.
Infraestrutura? Um insulto: goteiras, ar-condicionado falho, invasões de manifestantes e segurança que intimida indígenas, como denunciado pela ONU em carta furiosa ao Itamaraty.
Atrasos, gafes e ausência de líderes como Trump minam tudo, transformando a cúpula em farsa performática.
E agora, a cereja podre: o incêndio no Pavilhão dos Países evacua milhares em pânico, rasgando tendas inflamáveis e paralisando negociações nos dias finais. Guterres clama por acordo, mas o Brasil entrega caos – uma “bomba-relógio logística”, como alerta o Observatório do Clima.
Sob os olhos atônitos de Guardian, Reuters e Valor, o anfitrião falha espetacularmente, priorizando vaidade sobre decência e traindo a Amazônia que jurou salvar.


