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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) mantém um ambiente de ameaça terrorista elevada no território americano em decorrência do conflito com o Irã, agravado pelos ataques conjuntos de EUA e Israel que, segundo fontes americanas e israelenses, eliminaram o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do regime iraniano.
Embora não haja novo alerta formal do Sistema Nacional de Avisos de Terrorismo (NTAS) emitido em fevereiro de 2026 — o site oficial do DHS indica “no current advisories” —, um boletim de junho de 2025, relacionado ao envolvimento dos EUA no conflito Israel-Irã, descreve um “heightened threat environment” persistente. O documento alerta para riscos de ciberataques de baixo nível por hacktivistas pró-Irã, ações de atores ligados ao governo iraniano e maior probabilidade de mobilização de extremistas violentos nos EUA, especialmente em caso de fatwa convocando retaliações.
Após os bombardeios recentes no complexo de Khamenei em Teerã, o FBI elevou internamente o nível de alerta contraterrorista, intensificando monitoramento de proxies iranianos, células dormentes e “lone wolves” inspirados pelo regime. Autoridades destacam preocupações com ataques a alvos civis, infraestrutura crítica ou figuras públicas, embora não haja ameaças específicas e críveis confirmadas até o momento.A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou estar em coordenação com agências de inteligência para avaliar riscos.
O Departamento de Estado emitiu alertas globais recomendando cautela a cidadãos americanos. A situação segue dinâmica, com o DHS enfatizando vigilância contínua diante da escalada no Oriente Médio.


