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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quarta-feira (15 de abril de 2026), durante coletiva no Pentágono, que parte da imprensa tradicional dos EUA age de forma semelhante aos fariseus descritos no Novo Testamento. A declaração ocorreu enquanto Hegseth defendia as operações militares americanas na guerra contra o Irã e criticava a cobertura jornalística do conflito.
Segundo Hegseth, a mídia progressista estaria mais interessada em destacar falhas e aspectos negativos das ações das Forças Armadas do que em reconhecer os avanços e o desempenho dos militares americanos. Ele relatou que, no domingo anterior, durante um culto na igreja com a família, uma passagem evangélica sobre Jesus curando um homem no sábado — enquanto os fariseus observavam apenas para criticá-lo — o fez pensar imediatamente na imprensa americana atual.
“Os fariseus estavam lá para testemunhar o milagre, mas seus corações estavam endurecidos. Eles só queriam condenar. Eu olhei para a igreja e pensei: nossa imprensa tradicional é igualzinha. Não todos, mas aquela que odeia Trump. O ódio político os cega para o brilhantismo dos nossos guerreiros”, declarou o secretário.
A fala gerou repercussão imediata, com setores da mídia acusando Hegseth de atacar a liberdade de imprensa e de usar linguagem religiosa para polarizar o debate.
Análise: Hegseth acertou em cheio — e a dor é merecida
Pete Hegseth não errou. Ele foi cirúrgico, corajoso e profundamente preciso. Ao comparar a imprensa progressista americana aos fariseus do tempo de Cristo, o secretário de Defesa expôs, com uma clareza quase bíblica, o que muitos americanos já sentem há anos: essa gente não busca a verdade, busca o holofote. Não defende o bem, defende a própria imagem de “justiça”. São fariseus modernos, hipócritas profissionais que vivem de aparência, de sinalizações de virtude e de um moralismo barato que só serve para alimentar audiência e carreira.
Eis a verdade cruel que Hegseth teve a coragem de dizer em voz alta: a imprensa progressista americana seria capaz de se aliar aos inimigos declarados dos Estados Unidos — iranianos, terroristas, ditadores ou quem quer que seja — se isso rendesse cliques, ibope e like. Eles já fizeram isso antes. Já romantizaram regimes opressores, já minimizaram ameaças à segurança nacional, já torceram contra o próprio país só para poderem posar de “resistência” e destruir Trump. Para eles, o mal não é o inimigo que mata americanos; o mal é o americano que vence o inimigo. O verdadeiro pecado, para essa turma, é a vitória dos Estados Unidos.
Assim como os fariseus viram Jesus curar um paralítico no sábado e, em vez de se alegrarem com o milagre, só pensaram em como usar aquilo contra Ele, esses jornalistas progressistas veem soldados americanos arriscando a vida, veem tecnologia de ponta destruindo alvos inimigos, veem o recrutamento militar explodindo de orgulho patriótico — e só conseguem pensar: “como podemos transformar isso em narrativa contra Trump?”. O coração deles é tão endurecido quanto o dos fariseus. Eles não querem o bem da América. Querem o bem da própria narrativa. Querem continuar sendo os “iluminados”, os “éticos”, os “defensores da democracia” — enquanto lucram com a fraqueza e a humilhação do seu próprio país.
É patético. É nojento. É a definição exata de hipocrisia farisaica: pregar amor, tolerância e “paz” enquanto torcem, no fundo, para que o Irã ou qualquer outro adversário dê uma lição nos “fascistas” americanos. Eles vivem de pose. Vivem de lágrimas de crocodilo. Vivem de selfies com filtro de virtude enquanto o sangue de soldados americanos corre para proteger a liberdade que eles mesmos desprezam.
Hegseth não ofendeu a imprensa. Ele a desmascarou. E doeu. Porque a verdade sempre dói quando você passa anos fingindo que é santo. A imprensa progressista americana não é imparcial — é militante. Não é jornalismo — é ativismo disfarçado de notícia. E, como todo fariseu que Jesus confrontou, ela odeia quem expõe sua falsidade.
Obrigado, secretário Hegseth. Alguém finalmente teve a hombridade de dizer o que todo americano de bom senso já sabe: esses fariseus de terno e gravata não merecem respeito. Merecem desprezo.


