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Sob o governo Lula (2023-2026), as políticas econômicas do Brasil revelam um padrão de irresponsabilidade fiscal que acelera o empobrecimento do país. Com gastos públicos descontrolados e uma preferência por elevar impostos em vez de cortá-los, o resultado é uma economia estagnada, dívida explosiva e perda de competitividade global.
O PIB cresceu apenas 2,3% em 2025, totalizando R$ 12,7 trilhões (US$ 2,27 trilhões), mas estagnou nos últimos trimestres: zero no terceiro e 0,1% no quarto, refletindo apostas erradas como estímulos fiscais populistas, apelidados de “pacote de bondades”. Isso posicionou o Brasil na 11ª maior economia mundial, atrás de rivais como Rússia e Canadá, abandonando o top 10 de 2024.
Os gastos elevados são o cerne do problema: o déficit nominal médio deve atingir 8,6% do PIB no mandato Lula, o pior desde o Plano Real, quase dobrando o herdado de 4,6% em 2022. Mais de R$ 324 bilhões em despesas extras ficaram fora das metas fiscais entre 2023-2025, financiadas por dívida que subiu para 78,1% do PIB em 2025, projetada para 82,5% em 2026. Em vez de reformas para conter o inchaço estatal, o governo recorre a aumentos de impostos, batendo recordes de arrecadação e elevando a carga tributária para 34,2% do PIB – a mais alta da história.
Essas políticas sufocam investimentos, elevam juros (Selic em 15%) e perpetuam baixa produtividade, com projeções de crescimento de apenas 1,8%-2% em 2026.
O Brasil empobrece: desemprego persiste em patamares altos para os vulneráveis, renda real erode com inflação, e o arcabouço fiscal fraco – pior que o teto de gastos anterior – ignora a realidade, priorizando interesses políticos sobre sustentabilidade. Sem cortes drásticos, o ciclo de endividamento e estagnação condena o país a um futuro de mediocridade econômica.
Ranking do PIB mundial em 2025 (em dólares)
- Estados Unidos – 26,1% do PIB mundial
- China – 16,6%
- Alemanha – 4,3%
- Japão – 3,6%
- Índia – 3,5%
- Reino Unido – 3,4%
- França – 2,9%
- Itália – 2,2%
- Rússia – 2,2%
- Canadá – 1,9% (2.278 bilhões de dólares)
- Brasil – 1,9% (2.268 bilhões de dólares)
No quarto trimestre, o Brasil superou economias como Canadá (-0,2%), Coreia do Sul (-0,3%), Noruega (-0,3%) e Irlanda (-0,6%), mas cresceu menos que Estados Unidos (1,4%), China (1,2%), Arábia Saudita (1,1%) e México (0,9%).


