
Boston, 11 de Novembro de 2025
O pesadelo nacional de 41 dias acabou, mas o drama democrata está apenas começando. Depois do shutdown mais longo da história dos EUA, Donald Trump saiu como o grande vencedor e transformou a paralisação em uma humilhação histórica para os democratas. “Quebramos Schumer, quebramos a resistência deles. Estamos reabrindo o país”, comemorou o presidente nesta terça-feira, 11 de novembro de 2025, durante a cerimônia do Dia dos Veteranos, conforme o editorial arrasador do New York Post publicado hoje: “Our long national nightmare is over, but the Democratic psychodrama isn’t”.
Tudo começou com uma exigência absurda: extensão eterna dos subsídios do Obamacare, aprovados sem um único voto republicano em 2021 e 2022. Terminou com uma migalha ridícula: apenas a promessa de uma votação no Senado em dezembro, sem garantia de aprovação, sem obrigatoriedade na Câmara. Como definiu o NY Post, os democratas mereciam camisetas com os dizeres “Causei sofrimento a milhões de americanos e tudo o que ganhei foi uma votação mixuruca”.
Um deputado progressista resumiu o sentimento interno: “It’s complete BS”.
O preço pago pelos americanos foi altíssimo: entre 7 e 14 bilhões de dólares em perdas econômicas, 42 milhões em risco de perder o vale-alimentação SNAP, aeroportos em colapso com filas de seis horas, parques nacionais fechados no feriado, 800 mil funcionários federais sem salário ou demitidos. Tudo isso por um “gesto estúpido e fútil”, exatamente como o jornal comparou à cena clássica de Animal House: os democratas precisavam fazer algo inútil só para expressar ódio irracional a Trump.
No Senado, na noite de segunda-feira, oito democratas moderados traíram Chuck Schumer – que votou contra o próprio acordo – e entregaram a vitória aos republicanos por 60 a 40. Na Câmara, a votação está marcada para esta quarta-feira, 12, a partir das 17h de Brasília. Mike Johnson já tem 215 republicanos na mão e pelo menos 25 democratas moderados garantidos. A aprovação é favas contadas, com margem que pode chegar a 70 votos.
Trump já avisou: a caneta está pronta para sancionar na hora.
Enquanto isso, a esquerda implode. Gavin Newsom chamou de “rendição patética”, Pete Buttigieg falou em “traição histórica”, AOC e Bernie Sanders exigem a cabeça de Schumer – que, acuado pela ameaça de primária da própria AOC em 2028, tentou agradar a base da MSNBC e acabou queimado de qualquer jeito. Progressistas queimam o líder em efígie nas redes, exatamente como aconteceu quando ele se recusou a paralisar o governo no início do ano.
Trump, por outro lado, não cedeu um centímetro no Obamacare, garantiu back pay e proteção só até janeiro, financiamento cheio até setembro apenas nas áreas populares como Agricultura, Veteranos e SNAP, e o resto só até 30 de janeiro de 2026. Ou seja: nova batalha orçamentária em 60 dias, com o presidente ditando todas as regras. Ele já está com o placar na mão para 2026.
Cronograma final: quarta-feira, a partir das 17h de Brasília, a Câmara aprova; à noite Trump sanciona; quinta-feira o governo reabre 100% – aeroportos voltam ao normal, SNAP é pago, parques abrem, funcionários retornam ao trabalho. Como disse o New York Post: “O shutdown foi inútil e burro. Os democratas causaram transtorno aos americanos e saíram de mãos abanando. Tem muito mais burrice onde essa veio.”
Para Trump, é apenas o primeiro round. Vitória: Trump 1 x 0 Democratas. Fim do jogo. Por enquanto.
@JCeditores – Porque a verdade não precisa de shutdown pra aparecer.


