JSNEWS
Pelo menos 11 cientistas e profissionais americanos com ligações a programas de pesquisa nuclear, aeroespacial e de defesa morreram ou desapareceram nos últimos anos, o que levou o FBI e o Congresso dos EUA a abrirem investigações oficiais.
O caso ganhou força em abril de 2026, após o Comitê de Supervisão da Câmara, liderado pelo republicano James Comer (Kentucky), anunciar apuração. Comer afirmou que, inicialmente, via o assunto como “teoria da conspiração”, mas agora considera uma possível ameaça à segurança nacional. O presidente Donald Trump classificou o tema como “pretty serious stuff” e determinou investigação da Casa Branca.
Entre os casos destacados estão:
- O desaparecimento do major-general reformado William Neil McCasland, de 68 anos, em fevereiro de 2026, no Novo México. Ele saiu de casa deixando telefone, óculos e eletrônicos, mas levando um revólver.
- O assassinato do professor português Nuno Gomes Loureiro, diretor do Centro de Plasma e Fusão do MIT, baleado em casa em dezembro de 2025.
- Outros desaparecimentos e mortes de pesquisadores do Jet Propulsion Laboratory (JPL) da NASA, do laboratório Los Alamos e de instalações nucleares.
As autoridades investigam possíveis conexões, mas até o momento não há evidências públicas de uma operação coordenada por adversários estrangeiros (China, Rússia ou Irã), como sugerem alguns republicanos. Críticos classificam o caso como teoria conspiratória amplificada por influenciadores de direita, sem padrão comprovado.
Famílias das vítimas rejeitam ligações sinistras e pedem foco em investigações individuais. O FBI coordena com os departamentos de Energia e Defesa. O Congresso aguarda briefings das agências.


