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Dhaka, 28 de maio de 2026 — Um búfalo albino raro, de quase 700 quilos, ganhou fama mundial ao ser comparado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por causa de um topete loiro e volumoso na testa. Batizado carinhosamente de “Donald Trump”, o animal estava destinado ao sacrifício durante o Eid al-Adha, mas a internet e uma intervenção governamental de última hora mudaram seu destino.
O Eid al-Adha, também conhecido como Festa do Sacrifício, é uma das principais celebrações do Islã. Comemorada entre os dias 25 e 27 de maio de 2026 em Bangladesh (com o feriado principal no dia 27/28), ela marca o fim da peregrinação anual a Meca (Hajj) e relembra a disposição do profeta Abraão em sacrificar seu filho por obediência a Deus. Na tradição, os muçulmanos sacrificam animais (como carneiros, cabras, vacas ou búfalos) e dividem a carne com a família, amigos e pessoas necessitadas.
O búfalo, criado em uma fazenda em Narayanganj, nos arredores de Dhaka, já havia sido vendido para o ritual quando fotos e vídeos dele começaram a viralizar nas redes sociais. O topete loiro esvoaçante chamou atenção imediatamente e o apelido “Donald Trump” foi dado pelo irmão do proprietário, Ziauddin Mridha. Multidões passaram a visitar a fazenda só para tirar selfies com o “celebridade de quatro patas”.
Diante da comoção pública e de preocupações com a ordem, o Ministro do Interior de Bangladesh, Salahuddin Ahmed, determinou que o animal fosse poupado. O comprador foi reembolsado e o búfalo foi transferido para o Zoológico Nacional de Dhaka, onde agora vive em segurança e continua sendo uma das principais atrações para o público.
Segundo a agência Reuters, que acompanhou toda a história com fotos exclusivas do fotógrafo local Mohammad Ponir Hossain, o caso é um exemplo curioso de como a fama digital pode salvar uma vida — mesmo que seja a de um búfalo de quase uma tonelada.
De sacrifício certo para estrela do zoológico: o “Trump Buffalo” prova que, às vezes, um bom penteado faz toda a diferença. 🦬


